Sexta-feira, 6 de Maio de 2005

Quando sentires

riso.jpg

Sempre,
que te sintas triste,
sem animo,
sem alma,
para dar um passo sequer,
lembra-te do que foste.
Sempre,
que te sintas morrer,
que a vida é ingrata,
que a tua vontade vacila,
lembra-te do que passas-te.
Sempre,
que te sintas sem força,
com vontade de desaparecer,
quando a vida te parecer negra,
lembra-te de quem és.
Sempre,
que sintas,
que já não vale a pena,
que mais vale desistir,
abandonar a luta de vez,
lembra-te do meu abraço,
do meu sorriso,
lembra-te de mim.

publicado por crowe às 13:16
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2 comentários:
De Brida a 9 de Maio de 2005 às 02:44
Como eu me sinto...e, vais ficar na minha lembrança, pk é lindo o k acabei de ler. 1 bj
De Crowe a 8 de Maio de 2005 às 11:50
já tinha tentado deixar comentário mas não conseguia... este poema não pode ficar sem comentário...porque há coisas que não se esquecem... beijo amigo

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