Segunda-feira, 22 de Maio de 2006

"If I Ain't Got You"

"If I Ain't Got You"

Some people live for the fortune
Some people live just for the fame
Some people live for the power, yeah
Some people live just to play the game
Some people think that the physical things
Define what's within
And I've been there before
But that life's a bore
So full of the superficial

[Chorus:]
Some people want it all
But I don't want nothing at all
If it ain't you baby
If I ain't got you baby
Some people want diamond rings
Some just want everything
But everything means nothing
If I ain't got you, Yeah

Some people search for a fountain
That promises forever young
Some people need three dozen roses
And that's the only way to prove you love them
Hand me the world on a silver platter
And what good would it be
With no one to share
With no one who truly cares for me

[Chorus:]
Some people want it all
But I don't want nothing at all
If it ain't you baby
If I ain't got you baby
Some people want diamond rings
Some just want everything
But everything means nothing
If I ain't got you, you, you
Some people want it all
But I don't want nothing at all
If it ain't you baby
If I ain't got you baby
Some people want diamond rings
Some just want everything
But everything means nothing
If I ain't got you, yeah

[Outro:]
If I ain't got you with me baby
So nothing in this whole wide world don't mean a thing
If I ain't got you with me baby

Alicia Keyes do álbum "The Diary Of Alicia Keys" (2003)

@ E tanto havia eu de dizer acerca desta letra... mas hoje não...amanhã... talvez!
publicado por crowe às 22:20
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Quarta-feira, 17 de Maio de 2006

Onde?

   Acordei, acordei de repente, com aquela sensação de que algo não está bem. Olhei em redor. Não, aquele não era o meu quarto, nem a minha cama. A roupa espalhada pelo chão era a minha e não só. Sinto um corpo junto ao meu, a sua pele quente deixa uma formigueiro na minha, uma sensação de familiaridade um calor que me invade o corpo e me deixa uma sensação estranha, familiar? Ou será por não me recordar quem é?


   Onde me encontrava, estava com quem? Tentei recordar-me da noite passada.


   Recordava-me da festa em casa dos meus amigos, uma festa de máscaras. Não tinha bebido muito nem fumado nada que me fizesse esquecer o resto da noite. Recordo aquela voz que soou atrás de mim, era-me familiar e por detrás daquela mascara não consegui vislumbrar quem seria. Mas a voz essa ecoava no meu cérebro como vinda do meu passado, ou dos meus passados, das minhas vidas passadas. Recordo o incenso e ainda sentia a cabeça zonza. Que me aconteceu que se teria passado e porque estava ali e com quem? O meu corpo nu, quem me despira, sentia cansaço e uma alegria e paz que já não sentia há já muitos anos, que se passara afinal?


   Recordava que a certa altura da festa alguém me tinha sugerido fazer uma sessão de hipnotismo, teria sido aquela voz tão familiar? Recordo de me sentar alguém me mandou fechar os olhos, aquela voz que ainda me ecoava no cérebro vinda dos recantos da mente, ou das mentes, depois aquela branca que ainda perdurava, que se tinha passado afinal? Ainda estaria em hipnose? Não era possível, aquelas roupas eram a minha másscara e a mascara daquela voz que não conseguia sacudir do meu cérebro. E aquela pele que me provocava um arrepio: quem era? ; Que fazia eu ali e que tinha eu feito no resto da noite que parecia ter deixado o meu corpo saciado mas, a minha mente em completo desalinho?


   Adormeci novamente aninhando-me no corpo estranho e aproveitei o formigueiro… ainda era madrugada…


   Fosse quem fosse não tinha ficado… sequer deixado a máscara! Nem queria saber… tinha deixado aquilo que importava: um sorriso nos meus lábios lembranças de êxtase por todo o meu corpo e impressos na minha memória actos que deixariam qualquer burlesco corado. Mas o mais importante, descobri, depois, o quarto do hotel pago. E nada mal escolhido o hotel! Sai para a manhã já frenética da cidade em busca de um táxi, enquanto tentava proteger as mãos do frio encontrei no bolso do meu casaco um ipod. Uma das playlists tinha o meu nome, decidi andar… não recordava a totalidade da noite anterior… mas aquela playlist era a minha alma expressa em notas musicais.  Aquele corpo… lia a minha mente e conhecia a minha alma…



@Parceria Crowe/Passodianisto
Podem também lê-lo em http://asasnegras.blogs.sapo.pt
espero que apreciem...
publicado por crowe às 22:41
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Terça-feira, 16 de Maio de 2006

Sign O Times - Prince


Oh yeah
In France a skinny man
Died of a big disease with a little name
By chance his girlfriend came across a needle
And soon she did the same
At home there are seventeen-year-old boys
And their idea of fun
Is being in a gang called The Disciples
High on crack, totin' a machine gun

Time, time

Hurricane Annie ripped the ceiling of a church
And killed everyone inside
U turn on the telly and every other story
Is tellin' U somebody died
Sister killed her baby cuz she could afford 2 feed it
And we're sending people 2 the moon
In September my cousin tried reefer 4 the very first time
Now he's doing horse, it's June
Times, times

It's silly, no?
When a rocket ship explodes
And everybody still wants 2 fly
Some say a man ain't happy
Unless a man truly dies
Oh why
Time, time

Baby make a speech, Star Wars fly
Neighbors just shine it on
But if a night falls and a bomb falls
Will anybody see the dawn
Time, times

It's silly, no?
When a rocket blows
And everybody still wants 2 fly
Some say a man ain't happy, truly
Until a man truly dies
Oh why, oh why, Sign O the Times

Time, time

Sign O the Times mess with your mind
Hurry before it's 2 late
Let's fall in love, get married, have a baby
We'll call him Nate... if it's a boy

Time, time

Time, time

@Prince -Sign 'O' The Times
Release Date - 1987.07.06

A primeira música a falar da "grande doença com um nome pequeno" : S.I.D.A.
Nem sei porquê postar a letra agora mas... porque não????
Fiquem bem...
publicado por crowe às 22:50
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Quarta-feira, 10 de Maio de 2006

Ilusão

ilusao.jpg


Ilusão,
iludidos pela vida,
quando esta passa por nós,
sem ver,
cega,
desprovida de sentidos,
restos de vidas passadas,
que nos deixam frios,
vazios,
por dentro,
mudos e surdos,
enquanto a vida desfila,
impávida,
num manto gélido,
de indiferença,
iludidos,
na ânsia da ilusão,
que se esvai,
perdida no dia a dia.

publicado por crowe às 13:07
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